segunda-feira, 23 de março de 2009

4 Loucuras da Sociedade! (Para Refletir)

A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki.Segue uma das perguntas, com sua respectiva resposta, abordando o que ele chamou de 4 Loucuras da Sociedade.

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?

Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

A primeira:
Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda:
Você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira:
Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.

A quarta:
Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:

"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade
é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

Todos, na hora da morte...”dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...

....”aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”....

Reflita sobre isto, e veja se existe alguma semelhança em sua vida.

Boa Sorte! SUCESSO e principalmente FELICIDADE.

by Marcelo Souza

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

SUPER TV

Com a concorrência da internet, dos celulares e smartphones multifuncionais, as fabricantes de televisores estão correndo para desenvolver a televisão perfeita. É a única alternativa caso não queiram perder mercado, já que os computadores certamente evoluirão. Segundo Marcelo Miake, gerente geral de marketing da Panasonic, o surgimento de novas funções para a televisão já é uma realidade, já que a internet modificou o entretenimento das pessoas. Pesquisa feita pela Voltage mostra que o desejo das pessoas é transformar a TV em uma central de tecnologia.

Daniel Kawano, analista de produtos da Panasonic, conta que está em desenvolvimento um aparelho que além de entender os comandos de voz de cada membro das famílias, ainda permite o reconhecimento dos movimentos das pessoas. “O telespectador poderá escolher, com o dedo no ar, os canais que quer assistir”, afirma. A Panasonic desenvolveu no Japão uma televisão que atende a campainha e abre a porta da casa. São acopladas câmeras na TV e no interfone e o morador pode abrir ou fechar a porta com o controle remoto.

Outra nova função é o acesso à internet, que funciona com a Apple TV, lançada no Brasil em 2007, e que permite a gravação de vários conteúdos. Já a Sony desenvolveu um modelo em que se pode acessar o computador ou o celular sem a utilização de fios, no sistema DLNA, similar ao Bluetooh. Segundo Claudia Franco, diretora executiva da Scheiner, distribuidora da Smart Technologies no Brasil, as telas das TVs agora já servem inclusive para deixar recados para a família e congelar imagens de filmes. As mudanças são um sinal de que a televisão ainda fará parte da vida das pessoas por muito tempo.

CONECTIVIDADE x VISIBILIDADE


A popularidade em redes de relacionamento pode mudar a vida dos usuários da web. A exposição em sites como MySpace, YouTube e Flickr pode garantir fama para os anônimos. Lauren Luke é uma delas. Após receber milhões de acessos no Youtube com as aulas em vídeo sobre aplicação de maquiagem em estrelas como Leona Lewis, Kylie Minogue e Britney Spears, ela ganhou uma coluna de beleza no jornal “Guardian” e vai projetar uma nova linha que leva seu nome para a Barry M, empresa de cosméticos.

Muitos ganham parte de suas rendas por meio das receitas dos sites. Kevin Meredith, que compartilha fotografias no Flickr, avalia que 25% da sua receita anual vem da fotografia, com quase 9 mil libras esterlinas geradas através do site. Ele tem mais de 8,7 mil seguidores e em setembro lançou seu primeiro livro, Hot Shots, publicado pela editora Rotovision. Já Paul Giffiths, que trabalhava como operador de telemarketing e tinha 10 mil amigos no MySpace, começou a divulgar camisetas para venda on-line. Hoje, com 21 anos, já lançou a marca Babycakes e passou a vender 500 mil libras esterlinas em todos os tipos de roupa.

Porém a retração econômica levou muitas pessoas a questionarem o modelo de negócio das redes sociais Donos de grifes manifestaram mal-estar por terem seus anúncios ao lado de conteúdo gerado por usuários. Segundo o instituto de pesquisa Emarketer, os gastos publicitários em redes sociais cairão de US$ 1,8 bilhão para US$ 1,3 bilhão em 2009. O crescimento dessas redes é muito acelerado, o que nos leva a indagação: Será que o volume de pessoas conectadas vai dificultar a visibilidade dos empreendedores?

Lógica de Einstein

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.

De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.

A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

Como você conseguiu fazer isso?

É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:

- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?

"É simples - respondeu Einstein -não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz. Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
capacita os escolhidos.Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança" (Albert Einstein)

44 Presidentes dos EUA...até HOJE!

Vídeo que pode nos ajudar a refletir as profundas mudanças do mundo em todos os aspectos.
E você? Está preparado para as próximas mudanças?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Por que estragar tudo com uma ligação?

CUIDADO! Crise econômica aumenta risco de infarto

A taxa de óbitos por infarto quando a desvalorização no período de 55 dias foi superior a 20% foi de 12,06 por dia, um valor 36,4% maior do que as taxas encontradas em períodos de calmaria nos mercados (8,8 por dia). A pesquisa foi apresentada no último Congresso Brasileiro de Cardiologia.

"Quando estudamos a mesma taxa entre a população com educação superior, o aumento chegou a 46,7%, indicando que as classes altas são ainda mais afetadas do que a média da população. Ainda que não tenham investimentos na bolsa e não acompanhem as oscilações de perto, as classes mais baixas também sentem o impacto da desvalorização no seu dia-a-dia, no cotidiano da empresa em que trabalham" - explica Mansur, que é membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Leia a matéria na íntegra
A crise tende a aumentar o protecionismo em relação ao IDE. A tendência é que os governos protejam as “campeãs” nacionais, evitando que elas passem para mãos de estrangeiros. Na França, há um fundo para ajudar as empresas com dificuldades e outros países devem seguir o mesmo caminho.

Para o diretor executivo do Vale Columbia, Karl Sauvant, acredit que em 2009 os investimentos cairão em todas as regiões, embora não espere uma reversão na tendência a um protagonismo crescente das empresas de países emergentes no mercado global de IDE.

O IDE para o Brasil cresceu 83,7% em 2007 sobre 2006, passandro a US$ 34,6 bilhões, taxa quase três vezes superior ao crescimento dos investimentos no mundo. Segundo o World Investments Propects Survey 2008-2010, o Brasil é a 5ª economia mais atrativa para IDE, depois da China, Índia, EUA e Rússia.

Uma das interrogações que a crise provoca é qual será o comportamento dos investimentos mundiais em relação à Ásia, que atriu em 2007 US$ 320 bilhões de um total de US$ 500 bilhões de IDE destinados aos emergentes.

VAIDADE MASCULINA


As vendas de produtos cosméticos e serviços de estética voltados para o público masculino cresceram como nunca em 2008. Marcas tradicionais do mercado feminino registraram aumento nas vendas de produtos feito para os homens, tanto no Brasil quanto no exterior. Na Hypermarcas, dona da Niasi, as vendas do esmalte incolor “Risque Homem” cresceram 70%, enquanto que a linha Vichy Homme, do laboratório francês Vichy, já representa 7% das vendas totais da marca na França. Olinda Higa, gerente do salão de beleza Tampopo, garante que em breve os homens já serão metade da clientela. Os salões já disponibilizam serviços específicos, como o reflexo invertido para aqueles que estão ficando grisalhos.

A previsão para 2009 é de mais crescimento. Henrick Sark, diretor da divisão cosmética ativa da L´Oréal, espera dobras as vendas e explica que o interesse do consumidor masculino por cosméticos tem crescido para agradar as mulheres e para melhorar a aparência. O fato se confirma na pesquisa do laboratório Vichy, onde 600 dermatologistas afirmam que 30% dos pacientes são homens. E para quem ainda tem um pé atrás de ir a um salão de beleza, o cabeleireiro Wanderley Nunes criou no Studio W, em São Paulo, uma sala reservada onde os homens não são vistos. Há três anos, o Brasil era o sétimo mercado mundial e hoje fica atrás apenas de Estados Unidos e Japão. Clélia Ângelo, presidente da Surya Brasil, dá o recado: “Nenhuma empresa do setor pode deixar esse público de lado”.

O Barulho da Carroça!

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque.

Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia...

Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai, é muito fácil saber que uma carroça está vazia
por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que
faz!

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura
inoportuna, prepotência, interrompendo a conversa de todo mundo e
querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta,
tenho a impressão de ouvir o meu pai dizendo:
... Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

*Enviado por Ana Maria Fasanella

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Alguém se preocupou em dar o recado!

Artigo: A CRISE E OS PROFISSIONAIS DE VERDADE


Neste último mês, a quantidade de palestras que realizei extrapolou a média histórica. Empresas e mais empresas querendo que diversos tipos de profissionais falem com suas equipes de como passarem, superarem, aproveitarem, minimizarem a tal crise.
De um lado, no primeiro instante da convenção ou da reunião, tenho visto uma preocupação crescente. Economistas convidados são chamados como “gurus” dizendo para onde as coisas rumam. Horas depois, no mesmo evento, os executivos responsáveis pela equipe comercial entram em cena para apresentar os “excelentes” resultados de 2008, que em muitos casos são recordes espetaculares de vendas, lucratividade e crescimento.
Em seguida, são lançadas as metas, objetivos, desafios ou seja lá o nome que cada empresa dá. Em nenhum caso, nenhum mesmo, esses objetivos, metas e desafios são inferiores ao que já foi conquistado, pelo contrário, são 15% até 30% superiores aos resultados obtidos.
Que paradoxo é esse? Por que se contrata um especialista em economia para falar que o mercado no próximo ano será pífio, menor, que teremos uma queda substancial do PIB, que teremos menos pessoas comprando, que teremos restrições de crédito, que o dólar ira aumentar, que haverá menos consumo, para depois lançar um desafio de vender mais, melhor e com rentabilidade?
Chegou a hora de colocar as cartas na mesa. Se continuarmos assim teremos que realinhar os objetivos para baixo mês após mês. A hora é de preparar as equipes para entenderem o mercado antes de atenderem. É fundamental mostrar e ensinar a usarem ferramentas eficientes para que possam primeiro:
Desenvolver o pensamento estratégico compreendendo o ambiente que irá encontrar, pensar a frente em termos estratégicos, não apenas no desempenho operacional. Entenderem que o profissional vitorioso será aquele que conseguir elaborar estratégia sob medida e capaz de impor uma vantagem única.
Acertar a mosca e não o alvo. Esse é o novo objetivo das vendas para 2009. É preciso compreender que “Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”.
É bom lembrar que somos competentes para cenários difíceis, afinal já convivemos com:
• 5 congelamentos de preços;
• 5 moedas com corte de 12 zeros;
• 11 índices oficiais de inflação;
• 11 programas de estabilização;
• 16 políticas salariais;
• 18 políticas cambiais;
• 24 propostas de renegociação da dívida externa;
• 25 determinações para corte de gastos;
• 54 controles de preço.
Em 164 anos, de 1829 a setembro de 1983, a inflação foi de:
• 9.018.006.445.190.841.344 % - nove quinquilhões.
E dessa vez, precisamos nos preparar para aprender a olhar o que todos vêem mas de forma diferente. E isso vai depender:
• De como você vê o mercado;
• De quanto você acredita no seu negócio;
• De criar diferenciais e pacotes de valor verdadeiro para os clientes;
• De se reinventar todo dia, nos mínimos detalhes;
Enfim, de transformar tempos adversos em verdadeiras oportunidades. É hora de preparar as equipes para serem estrategistas em suas áreas e regiões. É necessário que cada profissional entenda que obrigatoriamente terá que segmentar a carteira de clientes que trabalha e elaborar um plano de ação para cada caso.
Terá que previamente saber a quem ele fará cross-seliing, up-selling . Quem é mais importante, quem é mais rentável. Até porque neste ano teremos mais gente vendendo e menos comprando, por isso, ou temos um trabalho cirúrgico todos os dias, ou abriremos a oportunidade para nossos concorrentes.
Eu que abracei a área de vendas como profissão e não como atividade, acho tudo isso fantástico. É nesse momento que saberemos quem sabe se preparar, quem sabe pensar, quem sabe planejar e quem sabe vender.
Não deixe o futuro te atrapalhar, não se esqueça: não se pode prever ou adivinhar o futuro. Então, construa um. Boas vendas!
Cláudio Tomanini

terça-feira, 25 de novembro de 2008

(Anti) Publicidade

Os (loucos) diretores do Sibling Rivalry lançaram recentemente um anúncio não autorizado do player Zune (como um iPod, só que da Microsoft) O anúncio é é considerado “altamente inapropriado” mesmo assim "vazou" na internet, ou isso seria mais uam estratégia da microsoft para atrair atenção para um novo produto?

Assita a propaganda abaixo.


Zune Paint from Sibling Rivalry on Vimeo.

Propagandas Criativas!

Criatividade e inteligência fazem parte de ações que chamam atenção de forma positiva!Abaixo cartazes de uma campanha para anunciar preservativos. A frase chave diz:
"Tem gosto de frutas reais", o que deixa claro o diferencial do produto mostrado de forma ousada e criativa.


Reflexão sobre a Percepção de Valor Intrínseco!

Eis que um sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

Segue Vídeo abaixo:



A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post em abril de 2007 era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.
Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?

Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro.

Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.

Vi no Teoria da Conspiração